segunda-feira, 29 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Em português, várias formas de dizer a mesma mensagem

DINÂMICA

Temos vários níveis de linguagem, uma vez que não falamos sempre do mesmo jeito.
Para nos comunicarmos melhor e adequadamente, temos de levar em consideração alguns elementos que garantem a eficiência de nossa mensagem.

INTERLOCUTOR
CONHECIMENTO DE MUNDO

WC
Gentil Pastor,
Sou membro da família inglesa que visitou há pouco com a finalidade de alugar sua propriedade no próximo verão.Como esquecemos um detalhe muito importante, agradeceria se nos informasse aonde se encontra o W.C.
O pastor alemão não compreendendo significado da abreviatura W.C e julgando tratar-se da capela da religião inglesa White Chapel, respondeu nos seguintes termos:

Gentil Senhora,
Tenho prazer de comunicar-lhe que o local de seu interesse fica a 12 km da casa. É muito cômodo, sobretudo, se tem o hábito de ir lá freqüentemente; nesse caso, é preferível levar comida para passar lá o dia inteiro. Alguns vão a pé, outro de bicicleta. Há lugar para quatrocentas pessoas sentadas e cem de pé; recomenda-se chegar cedo para arrumar lugar sentado, pois os assentos são de veludo.
As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. Na entrada é distribuída uma folha de papel para cada um, no entanto, se chegar depois da distribuição, pode-se usar a folha do vizinho ao lado. Tal folha deve ser restituída à saída para poder ser usada durante o mês. Existem amplificadores de som. Tudo o que se recolhe é para as crianças pobres da região. Fotógrafos especiais tiram fotografias para os jornais da cidade a fim de que todos possam ver seus semelhantes no desempenho de um dever tão humano




ORGANIZAÇÃO DA MENSAGEM

•Certa vez eu jogava uma partida de sinuca e só havia a bola sete na mesa. De modo que mastiguei-a lentamente saboreando-lhe os bocados com prazer.

Refiro-me à refeição que havia pedido ao garçom.

Dei-lhe duas tacadas na cara.

Estou me referindo à bola.

Em seguida saí montado nela e a égua, de que estou falando agora, chegou calmamente à fazenda de minha mãe. Fui encontrá-la morta na mesa, meu irmão comia-lhe uma perna com prazer e ofereceu-me um pedaço:


"Obrigado" disse eu, "já comi galinha no almoço".

•Logo em seguida chegou minha mulher e deu-me na cara.


Um beijo, digo. Dei-lhe um abraço.

Fazia calor. Daí a pouco minha camisa estava inteiramente molhada.


Refiro-me à que estava na corda secando, quando começou a chover.

Minha sogra apareceu para apanhar a camisa. Não tive remédio senão esmagá-la com o pé.

Estou falando da barata que ia trepando na cadeira.


•Malaquias, meu primo, vivia com uma velha de oitenta anos.


A velha era sua avó, esclareço


. Malaquias tinha dezoito filhos, mas nunca se casou. Isto é, nunca se casou com uma mulher que durasse mais de um ano.

Agora, sentado à nossa frente Malaquias fura o coração com uma faca. Depois corta as pernas


e o sangue vermelho do porco enche a bacia.

•Nos bons tempos passeávamos juntos. Eu tinha um carro. Malaquias tinha uma namorada. Um dia rolou a ribanceira

Me refiro a Malaquias.

Entrou pela pretoria adentro arrebentando a porta e parou resfolegante junto do juiz pálido de susto.

Me refiro ao carro. E a Malaquias.


•FERNANDES Millôr .Trinta anos de mim mesmo. São Paulo: Abril Cultural, 1973.



CÓDIGO

RUÍDO



Exemplificando: se você conversa com um colega, um amigo, você fala de um modo. Usa uma linguagem. Se esse mesmo assunto for falado com uma autoridade, seu jeito de se comunicar será diferente. E mais, se esse mesmo conteúdo for dirigido a uma criança pequena, também você terá de mudar sua forma de comunicação.


ADEQUAÇÃO

QUEM NÃO SE COMUNICA...

Um cliente, meio acanhado, dirigiu ­se até a mesa pediu licença pra sentar-se e num fio de voz falou:

– Moço, eu tô precisando de dinherinho
emprestado. Será que seu banco pode me ajudá?
– Depende, cavalheiro. Há certas formalidades
prévias. Por exemplo: o senhor já tem cadastro aqui?

– O quê? S`eu tenho padrasto, padrinho? tá
querendo insinuá o quê? Perguntei apenas se o senhor tem ficha aqui. Ah bão! Aqui não. Mas no meis passado,
quando fiz operação de hérnia, lá no hospitá fizeram um numerário.
uma moça bonita, toda cheia de risquinhos, nomes cumplicado e número. No úrtimo dia, aproveitei uma
cochilada da enfermera e passei a mão nela...
– Na enfermeira???
_ Não, na ficha. Levei ela pra casa de lembrança.
O senhor podia aproveitá ela . Nóis ganha tempo. E depois, eu não tô doente agora, não teria assunto para outra coisa.
_ Nós não estamos querendo saber da sua doença. O QUE NOS INTERESSA É E A SUA SITUAÇÃO FINANCEIRA. Por exemplo, qual é o seu patrimônio liquido?– Ora moço, pra falá a verdade, eu vô dizê uma coisa pro sinhô, quase todo o meu tar de patrimônio é solido. Eu tenhu umas terrinha, uns boizinho e um tratô. Mais se o sinhô faiz questão de pratrimônio liquido, eu posso citá o meu açude e um garrafão de pinga que to guardando. È do tempo que meu ingenho inda funcionava. È das boa! Das amarelinha!
_ O senhor já operou em algum banco da praça?
_ Meu Jesuis! Aqui é banco ou hospitá? O sinhô só fala emficha, operação. Cruiz credo. Craro que nunca operei. Num sô médico. Sô fazendero. Só se o sinho considerá como operação as veiz que eu capei meus leitão. Às veiz que eu cortei os casco de umas vaca que tava com manqueira. Mas foi no currar da fazenda. Tinha graça eu levá meus bicho pra operá num banco da praça, bem defronte da Igreja? Credo, Deus castiga!
_ Não se trata disso. O que queremos saber é se o senhor já foi mutuário de nossa carteira.
_ Que coisa é essa? Então o sinhô me acha com cara de camelô pra tê mustruário de cartera? Eu sô é fazendero...
_ Mostruário não. Eu disse mutuário. Em qual das nossas carteiras o senhor já tem experiência?
_ Essa agora? Em veiz de camelô, o sinhô agora mi chama de batedô de cartera do pessoar do Banco?
Está difícil o senhor me compreender, mas pelo que deduzi de nossa conversa, o senhor está precisando de um capital de giro? Certo?
_ Eu lá quero sabe de dá giro pela capitá, moço.
Tô muito bem aqui no interiô. O que tô precisando é dum dinheirinho emprestado. Só!
_ Justamente o que falei. O senhor quer levantar um numerário
– Num quero levantá nada. Num posso. Depois da minha operação de hérnia, o médico me proibiu de levantá peso. E eu sei lá quanto pesa esse tal de numerário. . Eu preciso é de dinhero.
– Em qual modalidade de financiamento o senhor quer enquadar-se
FINAME, FUNDIPRA, PASEP, PIS, FUNRURAL, FIPESP, FIRUM, FIREX...
_ Moço, pelo amor de Jesuis! Como é que se fala“um dinherinho emprestado” nessa sua língua? Eu vô mandá meu fio aqui conversá com o sinhô. O MUNDO tá ficando cumplicado mesmo.Amanhã eu mando meu fio mais veio aqui.
– Se o senhor prefere assim...
– É mio sim. Descurpe não tê entendido o sinhô.
tratô. Mais se o sinhô faiz questão de patrimônio
Quando tivé um tempinho, dá uma passadinha minha fazenda pra prová um gole do meu “patrimônio líquido. Garanto que na tercera dose a gente tá se entendeno muito mio.

Colaboração de Luiza Nara J. A. Wadouski

Portanto, você teve de usar níveis de linguagem diferenciados para cada destinatário de sua mensagem.
Para efeitos didáticos, vamos considerar apenas dois níveis de linguagem, embora existam outros



1)culta, também chamada de padrão

LÍNGUA CULTA OU LÍNGUA-PADRÃO, que compreende a língua literária, tem por base a norma culta, forma lingüística utilizada pelo segmento mais culto e influente de uma sociedade. Constitui, em suma,
a língua utilizada pelos veículos de comunicação de massa (emissoras de rádio e televisão, jornais, revistas, painéis, anúncios, dicionários, etc.), cuja função é a de serem aliados da escola, prestando serviço à sociedade, colaborando na educação,

2) popular; língua popular ou língua cotidiana, que apresenta gradações as mais diversas, tem o seu limite na gíria e no calão




Exemplos:

a) Aquela ali é uma perua. (nível informal ou coloquial)
b) Aquela senhora está muito enfeitada. (nível formal ou culto)
c) Houve uma grande confusão no colégio e muitos brigaram. (nível formal)
d)Aconteceu um rebu na escola e o pau quebrou. (nível informal)


Cuitelinho
Pena Branca e Xavantinho
Cheguei na beira do porto
Onde as ondas se espáia
As garça dá meia volta
E senta na beira da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia, ai, ai, ai
Aí quando eu vim de minha terra
Despedi da parentaia
Eu entrei no Mato Grosso
Dei em terras paraguaia
Lá tinha revolução
Enfrentei fortes bataia, ai, ai, ai
A tua saudade corta
Como aço de navaia
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia
Os óio se enche d`água
Que até a vista se atrapaia, ai, ai, ai
Composição: Paulo Vanzolini / Antônio Xandó

a. A forma de língua portuguesa apresentada no primeiro texto nos remete a que tipo de realidade? Comente.
b. O primeiro texto é uma poética, ou seja, é um texto que expõe as propostas criativas de um poeta. Na sua opinião, a forma de língua pela qual o artista optou e a temática de sua poesia se harmonizam? Por quê?
c. Observe, ainda no primeiro texto, as formas ''fio'', ''mio'', ''paioça'' (cor­respondentes, na língua culta, a "filho", "milho" e "palhoça", respectivamente) ou os plurais "das mata", "das brenha", "das roça e dos eito", "dos home" e outros. As diferenças entre essas formas e aquelas da língua culta têm sua lógica própria ou os "erros" aí encontrados são aleatórios? Observe e comente.


O poeta da roça

Sou fio das mata, cantô da mão grossa,
Trabaio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de paia de mio.

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.

Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre,
E o fio do pobre não pode estudá.

Meu verso rastero, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão.

Só canto o buliço da vida apertada,
Da lida pesada, das roça e dos eito.
E às vez, recordando a feliz mocidade,
Canto uma sodade que mora em meu peito

Eu canto o caboco com suas caçada,
Nas noite assombrada que tudo apavora,
Por dentro da mata, com tanta corage
Topando as visage chamada caipora.

Eu canto o vaquero vestido de coro,
Brigando com o toro no mato fechado,
Que pega na ponta do brabo novio,
Ganhando lugio do dono do gado.

(ASSARÉ, Patativa do, Cante 1á que eu canto cá. 5. ed.
Petrópolis, Vozes, 1984. p. 20-1.)





Há também os regionalismos

REGIONALISMO
Tá cum fome? Procê que gosta de cuzinhá
RECEITA CAZÊRA MINÊRA DE MÔI DE REPÔI NU ÁI I ÓI
INGREDIENTE:
* 5 denti di ái *
* 3 cuié di ói *
* 1 cabessa de repôi *
* 1 cuié di mastomati *
* sá a gosto *
MODI FAZÊ:

* casca o ái, pica o ái i soca o ái cum sá;
* quenta o ói na cassarola;
* foga o ái socado no ói quenti;
* pica o repôi beeemmm finim;
* fogá o repôi no ói quenti junto cum ái fogado;
* põi a mastomatii mexi cum a cuié prá fazê o môi;

* SIRVA CUM RÔIS E MELETE
TENDEU !!??


O analista de Bagé.
Pues, diz que o divã no consultório do analista de Bagé é forrado com um pelego. Ele recebe os pacientes de bombacha e pé no chão.
– Buenas. Vá entrando e se abanque, índio velho.
– O senhor quer que eu deite logo no divã?
– Bom, se o amigo quiser dançar uma marca, antes, esteja a gosto. Mas eu prefiro ver o vivente estendido e charlando que nem china da fronteira, pra não perder tempo nem dinheiro.
– Certo, certo. Eu...
– Aceita um mate?
– Um quê? Ah, não. Obrigado.
– Pos desembucha.
– Certo. Bem. Acho que o meu problema é com a minha mãe.
– Outro...
– Outro?
– Complexo de Édipo. Dá mais que pereba em moleque.
– E o senhor acha...
– Eu acho uma pôca vergonha.
– Mas...
Vai te metê na zona e deixa a velha em paz, tchê
( Luis Fernando Veríssimo)

Aos dezoito anos, pai Norato deu uma facada num rapaz, num adjutório, e abriu o pé no mundo. Nunca mais ninguém botou os olhos em riba dele, afora o afilhado.
_Padrinho, evim cá chama o sinhô pra mode i mora mais eu.
_Quá, fio. Esse caco de gente num sai daqui mais não.
_ Bamo. Buli gente num bole, mais bicho... o sinhô anda perrengado...

( Bernardo Elis, Pai Norato)

_ Tu, Tião diabo! Tu apertou demais o cocão!... não ve que a gente carreando defunto-morto, com essa cantoria, até Deus castiga, siô?!... não vê que é seu pai demoinho?!... Fasta, fasta, fasta, Canimdé!... Fica novo, bocó-sem-sorte, cara de pari sem peixe


A GIRIA não constitui um flagelo da linguagem.
Quem, um dia, já não usou bacana, dica, cara, chato, cuca, esculacho, estrilar?
O mal maior

adoção como forma permanente de comunicação,

Usada no momento certo,

porém, a gíria é um elemento de linguagem que

denota expressividade e revela grande criatividade, desde que, naturalmente, adequada à mensagem, ao meio e ao receptor. Note, porém, que estamos falando em gíria, e não em calão.

Ainda que criativa e expressiva, a gíria só é admitida na língua falada.
A língua escrita não a tolera, a não ser na reprodução da fala de determinado meio ou época, com a visível intenção de documentar o fato,

ou em casos especiais de comunicação entre amigos, familiares, namorados, etc., caracterizada pela linguagem informal.



Dois homens tramando um assalto.
_ Valeu mermão? Tu traz o berro que nóis vamo rende o caixa bonitinho. Engrossou, enche o cara de chumbo. Pra areja.
_ Podes crê. Servicinho manero. É só entra e pega.
_ Ta com o berro aí?
_Ta na mão.
Aparece um guarda.
_ Ih, sujou. Disfarça, disfarça...
O guarda passa por eles.
_ Discordo terminantemente. O imperativo categórico de Hegel chega a Marx diluído pela fenomenologia de Feuerbach. Pelo amor de Deus. Isso é o mesmo que dizer que iluministas do século 18...
O guarda se afasta.
_ O berro ta recheado?
_Ta.
_ Então vamlá?

( Luis Fernando Veríssimo)

Zeca Baleiro ( Heavy metal do senhor)

O cara mais underground que eu conheço é o diabo que no inferno toca cover das canções celestiais com sua banda formada só por anjos decaídos
a platéia pega fogo quando rolam os festivais enquanto isso Deus brinca de gangorra no playground do céu com santos que já foram homens de pecado
de repente os santos falam "toca Deus um som maneiro"e Deus fala "aguenta vou rolar um som pesado"a banda cover do diabo acho que já tá por fora o mercado tá de olho é no som que Deus criou com trombetas distorcidas e harpas envenenadas mundo inteiro vai pirar com o heavy metal do Senhor


Você ainda não ta ligado no universo online brother? Olha o que você ta perdendo. O universo online dá acesso á internet – mais de 40 milhões de brothers do mundo inteiro já se ligaram nessa.” ( UNIVERSO ONLINE).

Os negócios começaram a dar errado, e tudo foi indo por água abaixo.


Cara, se tipo assim, o seu filho escrever como fala ele ta ferrado!

Por que não dancei

Nesse tempo, dos banhos gelados da Sé ao banhos do meu chuveiro quente, quase dancei, quase morri. Fui até o fundo. Roubei, fumei crack, trafiquei, fui presa, apanhei pra caramba. Diziam que eu não tinha jeito...”

“ _ Oi, Ju, ce acabou o trabalho?:
_ Já detonei, Vi! Só que não deu pra passar na facu! O Giba ficou pegando no meu pé pra arrumar uns lances nuns gráficos.
_ Ah! Falei que ia dar zica. Mas ce ta ligada que tem que escrever uma carta pra secretaria para a entrega fora de prazo, né.?
_ Desencana. O Giba disse que ia resolver essa parada pra nóis...
_ Ah, então, beleza! Dá um toque pro marquinho, falou? Beijão!”



Me procure amanha, porque a gente vamos junto encontrar ela.

Nóis cunhece o caminho da feira cumo ninguém.


Ganhou muito dinheiro e comprou casas em tudo quanté canto, passou a ter vida mansa.


Atividades
2. Reelabore o diálogo abaixo, usando o nível formal:

- O meu, vê se não me deixa numa furada. Essa de pagar mico toda hora já tá me azucrinando todo e mais, no arrasta-pé das minas lá no morro, não vai aprontar pra cima de mim.
- Podes crer, irmão! Não vou deixar a peteca cair e nem dar mancada. O lance é o seguinte: a amizade aqui vai sa­car uma mina que é um estouro e você vai ficar babando!

3. Casamento de classe média.
Noivos: Suzana e Nestor.
Espaço: igreja repleta de convidados.
Cena: Encaminhamento normal da cerimônia até a hora do “sim”. Nestor diz sim. Todavia, quando chega a vez de Suzana, esta se levanta, encara as pessoas e diz: “Gente, eu pensei e não vai dar. Não quero me casar.”
Pânico geral. Burburinhos, gestos descontrolados. Os convidados se agi­tam. A mãe do noivo desmaia...



Considerando o nível de linguagem, escreva o comentário que provavelmente elas fizeram.

 padre
amiga fofoqueira
jornalista - feminista radical
casal de namorados adolescentes
avô de Nestor - de moral intransigente
Marli, sobrinha de Suzana - 10 anos
Marcos, padrinho do noivo - político
Dr. Pimentel, padrinho da noiva - advogado



Atividade 04